Uma verdade: o tempo um devorador. Nada escapa. Só resta memórias que não visão do magnífico Marcel Proust (1871, 1922) em sua obra prima em busca do tempo perdido , salienta a voracidade do tempo nada escapando sua capacidade de tudo destruir restando só memórias. Par Prout existe a memória racional, onde a mente consegue desbravar as memórias mas como um processo racional onde pensamento aos poucos desbrava.o passado. Proust também define um memória involuntária neste tipo de memória nada é pensado, planejado, apenas surge uma associação involuntária como no exemplo de Proust ocorre um bolo ( Madeleine) no chá e subitamente ocorre um enchurrada de lembranças sobre uma cidade e as relações com as pessoas queridas. Na memória involuntária não existe esforço, tudo acontece repentinamente.Apenas um acontecimento gera as memórias pode ser uma música, um final de tarde, uma chuva , um bolo no chá. Na memória involuntária o cerne é a surpresa. Pense nisso
Este mundo está mais para uma colônia penitenciária. Aqui prevale o sofrimento. O homem parece como um.bando de carneiros que HR ncam, pulam, enquanto o carniceiro calmante escolhe o que irá matar. No cristianismo o homem adentra ao mundo já com o pecado original.. Schopenhauer diz que a vida é como uma bola de sabão que apensar de todo cuidado irá estourar. Este mundo é marcado pelo sofrimento, a dela cidade sem pré colocamos no passado e o presente de forma natural o desperdiçamos. A vida é célere rápida e dominada pelo sofrimento. Na velhice o homem prefere a morte, o nada do que o sofrimento, as limitações da idade . Pense nisso