"O homem não entra duas vezes no mesmo rio porque o rio não é o mesmo, tampouco o homem". Heráclito é o filósofo do devir. Devir significa mudança, impermanência para Hêraclito neste mundo só existe de permanência a impermanência. Portanto, querer permanência é parar os fluxos existenciais onde predomina a lei do devir, ( mudança). A metáfora mais importante para Heráclito é a do rio, pois salienta que o homem não entra duas vezes no mesmo rio porque o rio não é o mesmo tampouco o homem.Esta metáfora mostra a lei do fluxos onde tudo se transforma. Quando o homem vai entrar pela segunda vez no rio as águas do rio não são as mesmas.O nome do rio continua o mesmo mas as águas são outras. O homem também não o mesmo sofre transformações internas e externas.Um Bela metáfora.
O homem absurdo definido por Camus compreende em sua subjetividade a ausência de propósito da existência. Posto que a morte que ocorre de forma inevitável e surpreendente eliminando de forma definitiva as memórias, os amores,os planos, os objetivos, até a ideia de Deus para um cadáver nada vale, pois na morte nada sobra tudo é exterminado, como muito bem disse Epicuro: "um morto não tem sensação". Absurdo ? Verdade. O absurdo quando o desengano chega trazendo o desamparo tirando do homem o precioso sonho da continuidade.Saber que aquela pessoa que você ama nunca mais a envontrará. Saber que seus filhos também não ocorrerá. O tamanho do absurdo. Só resta agora segudo Camu a revolta, ou seja, fazer Sísifo feliz apesar da absurdidade.