Segundo Nietzsche o cristianismo que para ele, é um platonismo para o povo,criou a moral do fraco, do desvalidos. Está moral cristã assegurava que quanto mais fraco, mais desvalidos, na vida pós morte este sofredor irá para o céu,enquanto o forte, o fodão, ao morrer irá para o inferno. Isto indgnava Nietzsche e fez com que cada vez mais ele combatesse a moral cristã. Pense nisso.
Faleceu uma pessoa querida. A dor é inevitável, surgem pensamentos reconfortantes: ela está bem melhor, afinal encontrou Deus. Mas, algo teima e perdura : o sentimento de dor. A certeza da perda, a dor imensa, o desespero. Eis as duas opções: 1) aceitar a morte como o retorno à Deus. 2) aceitar a morte como um fim de tudo. Dissolução absoluta! As religiões defendem a primeira opção afirmam que a morte é o retorno ao pai. No entanto, mesmo diante desta magnífica promessa. Todos se desesperam diante da possibilidade de sua morte ou de um ente querido. Mas, por que ? Porque apesar da crença na intimidade o ser humano vislumbra a morte como fim de tudo. Aquele entrelaçado jamais será encontrado. Com a morte tudo terminou. Epíteto afirmou: quando beijarem teu filho saiba que está beijando um mortal, amanhã poderá está morto. Contudo, essa terrível possibilidade de aniquilamento é suavizada diante a certeza do fim da dor, dobsofrimento. Sócrates há 2500 anos a.C ...