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MEMÓRIA INVOLUTÁRIA

Uma verdade: o tempo um devorador. Nada escapa. Só resta memórias que não visão do magnífico Marcel Proust (1871, 1922) em sua obra prima em busca do tempo perdido , salienta a voracidade do tempo nada escapando sua capacidade de tudo destruir restando só memórias. Par Prout existe a memória racional, onde a mente consegue desbravar as memórias mas como um processo racional onde pensamento aos poucos desbrava.o passado. Proust também define um memória involuntária neste tipo de memória nada é pensado, planejado, apenas surge uma associação involuntária como no exemplo de Proust ocorre um bolo ( Madeleine) no chá e subitamente ocorre um enchurrada de lembranças sobre uma cidade e as relações com as pessoas queridas. Na memória involuntária não existe esforço, tudo acontece repentinamente.Apenas um acontecimento gera as memórias pode ser uma música, um final de tarde, uma chuva , um bolo no chá. Na memória involuntária o cerne é a surpresa. Pense nisso

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