Epicuro definiu o cadáver como um corpo sem sensação. Um cadáver não ama, não odeia, não deseja, não sente saudades. O cadáver é um nada existencial. Tudo perde sentido, deixa de existir. As memórias desaparecem, os amores deixam de existir. Heidegger afirmou: " que o homem é um ser para morte". Portanto, com a morte tudo é finalizado. Você poderá perguntar: e Deus, céu, inferno, vida pós morte ? Segundo o poeta Fernando Pessoa a vida do ente humano se resume em duas datas: "a do nascimento e a da morte. O resto foi consumido. O medo da morte é visceral, portanto o cristianismo desbancou o Estoicismo com a promessa de vida eterna, de vencer a morte. Mas tal promessa é vazia sem comprovação científica.O homem precisa acreditar no dogma para superar o medo da morte. Nietzsche denominou tal procedimento de negar esse mundo por outro algures de niilismo. Schopenhauer também afirmou algo muito duro e desbanca o dogma, ele disse: " viver é sofrer" e Heidegger também disse : " o homem é um ser para a morte. Pense nisso! .
Os ditados têm um poder de síntese fabuloso, uma vez que, eles conseguem com uma frase curta demonstrar verdades variadas, abrangentes, neste provérbio, dor de barriga não dá uma vez só, representa que é importante a pessoa respeitar e honrar seus compromissos. Representa uma alerta afirmando que uma necessidade não acontece só uma vez. Salienta a necessidade do homem compreender que nunca se sabe sobre o que vai acontecer, assim hoje a pessoa pode está por cima, se dando bem, em outro dia passando necessidade. Portanto cuidado, com a arrogância. Este dito é também um convite a humildade, visto que ele nos convida a não nos encantarmos com as conquistas do agora ao ponto de deixarmos de lado quem um dia nos ajudou. Sempre é bom vivenciarmos a gratidão, nunca esquecendo quem no passado nos ajudou em qualq...
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