Somos impotentes perante nossa finitude... Podemos mascarar nossa angústia com superstições ou crendices, mas nada muda o fato que um dia morreremos. Nossos amores, apesar de prometermos amor eterno,as vezes, pouco dias, semanas ou meses destroem esse sentimento.Muita vezes o que era.amor vira indiferença, outra vezes, vira ódio.
Que dizer dos acontecimentos? Os de agora? Ou do mês passado? Ou da década passada? Ou dos séculos passados? Todos fundaram... Aquilo que nos atormentávamos virou memória. Então que fazer? Valorar o agora. Não permitir que fantasmas nos desviem de nossa vida agora... Eis o essencial.
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