O tempo segundo kant é um conhecimento aprioristico, ou seja, não depende da experiência. Na verdade o tempo faz parte da subjetividade humana. Posto que todos os acontecimentos são associados ao tempo.
Portanto o tempo faz parte da intimidade humana. Contudo, a sociedade comemora o rito do ano novo, onde as famílias bebem, comemoram, as pessoas traçam objetivos para o ano que vai chegar. Interessante este rito, pois é o único que junta a morte e o nascimento, mas, nesta celebração não cabe uma única lágrima pela perda do velho ano, no entanto, uma imensa alegria toma conta de todos: (crianças, jóvens, velhos), todos celebram o novo ano; as expectativas são muitas, além das juras: no próximo ano não fumo! Não bebo! Vou estudar! Vou economizar! Etc.
Chega o ano novo! A festa acabou! O que ficou? As mesmas pessoas do velho ano, com seus ódios, mentiras, violência, e gradativamente tudo volta ao que era antes, pois, o velho não está fora e sim, dentro. O novo de verdade só surge quando fruto da real sabedoria. Assim, deixo esta reflexão, nada muda de fora para dentro, mas de dentro para fora. Só que uma mudança interior ocorre de forma permanente. Assim, desejo a todos amigos, uma verdadeira transformação, que permaneça dando frutos durante anos.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Ano Novo!
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