Esta pergunta é fundamental para uma existência feliz, e, de qualidade, porque autoconhecimento é muito importante para edificação e de uma vida feliz. Sócrates já dizia: "Uma vida não examinada não merece ser vivida". No entanto, o homem pós moderno vive de forma superficial, com muita pressa, preferindo viver de aparência, para este tipo de homem é mais importante parecer ser do que ser. Portanto, este homem não tem o menor interesse em realizar uma meticulosa pesquisa sobre ele. Prefere a superficialidade.
No entanto, esta pergunta, acredito que quase todo ente humano já fez a si mesmo. Ela busca esclarecer os enigmas da existência, principalmente no se refere ao o eu.Portanto para esta pergunta cabe respostas superficiais e respostas espirituais. Muitos se contentam em se idênticarem com a forma, os títulos, outros não se contentam em permanecer na superfície, assim, se transformam em um buscador, pesquisador. Sócrates, pai dá filosofia, sabia que a dúvida era o alimento dá filosofia, e a certeza era o obstáculo para o conhecimento.No entanto, uma busca por conhecer a si mesmo, autoconhecimento deve ser um processo de toda a vida. Visto que, sempre o homem está mudando. Este autoconhecimento só pode acontecer através dá atenção total no agora. Posto que fora do agora só existem memórias,e, expectativas.
A Rosa Cruz Áurea defende que em cada ser humano existe localizado no coração, em seu ventrículo direito, um botão de rosa, que é a única parte divina no homem. Desta forma o homem deve realizar o trabalho dá Endura, ou seja, matar o eu, crescer o botão de rosa, o divino. Assim para os Rosa cruzes, a pergunta quem sou? Seria respondida como uma semente divina, e, uma personalidade natural. Ademais, outras correntes filosóficas, religiosas defendem outras respostas, logo, fica evidente que ninguém pode afirmar quem tem razão, assim, uns seguem o ateísmo, outros as religiões, etc. Mas nenhum pode afirmar de fato , quem somos, como muito bem afirmou Nietzsche em seu livro Aurora:"Dúvida da dúvida . — “Que bom travesseiro é a dúvida para uma cabeça bem-feita!” — sempre exasperou Pascal essa frase de Montaigne,18 pois ninguém, mais do que ele, ansiava tanto um por bom travesseiro". Eis nossa resposta dúvida dá dúvida, jamais certezas.
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