domingo, 31 de dezembro de 2017

Fim Do Amor (Morte Da Relação)

                   Viver uma relação morta é conviver com a indiferença.    Nada é importante para uma  relação      que não existe mais a chama da paixão... Tudo se arrasta como   se   estivesse em câmara lenta! Tudo  é   mesmice.  Quando a relação  morre    só   resta   uma atitude inteligente,    seputá - la. Porque caso contrário  a relação    se transformará em masmorra fétida   e, fria, onde duas almas padecerão      a falta de amor.   Neste tipo de relação  todos perdem...      Espinosa garante que amor é ganho de potência. Logo desamor é perda de potência.
                     A  relação   que    outrora  era aconchegante, desejada,         se transforma em conformismo, apenas isso! Aceitar, sem alegria, a   relação, convivência.  Nesta situação     todo pequeno  deslize    é       amplificado. Assume projeções  gigantescas.    A Cada dia a dor emocional cresce,   é ampliada. Nesta situação  de    crise, estresse, carência  afetiva, a       vida sexual antes   alegria,    vira suplício.  Depois os passeios juntos,   cada dia vão se tornando raros.       Os amigos comuns vão desaparecendo, e,    por fim o que resta são  apenas        duas pessoas que dividem   o          mesmo espaço físico, mas  jamais     dividem sua intimidade, sua subjetividade, e, aos poucos tudo morre.
                 Portanto, nesta situação só resta cada um aceitar que a  relação acabou... Aceitar o luto.       E buscar com calma e, inteligência  uma  nova oportunidade de sentir o amor  outra  vez florescer.  Vale a pena!    Porque qualquer coisa é melhor do         que conviver sem amar de        verdade e tampouco ser amado. Não      adianta pensar que viver sozinho.           será melhor. Porque viver sozinho é fugir da possibilidade de novas alegrias...

Feliz Ano Novo!

      Festa de ano novo! Bem que poderia ser  somente reflexão... Visto que, se tem um ano que nasce, tem outro que finda, que se transformou em passado. Mas, este ano ao nascer,  já traz em si, uma sentença de morte, ou seja, sua existência  será de um ano...  Mas, que fazer do ano que virou passado? Que fazer deste ano que vai começar? Sobre o  ano que finda, é importante primeiro agradecer, e, deixá -lo partir... Depois seria de bom alvitre examinar cada período deste ano que agoniza. Examinar não para lamentar sua perda... Examinar para que no ano que se inicia, não se repita os velhos erros travestidos de novos. Posto que quem não examina seu passado está fadado a repetí -lo.
     No entanto, é importante  compreender que examinar é olhar buscando a verdade, com  imparcialidade, olhar sem má fé, sem preferência, tampouco jamais  utilizar alguma forma de narcisísmo, mas olhar buscando a verdade dos fatos. Após este exame, não classificá - lo de bom, ou mau, apenas como um período vivido. Já no que concerne ao novo, não adianta usar um pensamento mágico, imaginar que neste ano tudo vai mudar: "todos os vicíos serão superados, que as oportunidades que minguaram irão retornar, enfim que  este novo período será formado só de coisas boas"...
     Portanto é importante compreender que este ano é neutro. Que ele será escrito por você. SÓ você tem o direito de escrever, de decidir como será cada mês, cada semana, cada dia... Lembre -se tudo que acontecer foi sua escolha, porque ninguém poderá viver por você. Assim, Amigo, desejo que compreenda esta  verdade. Que faça de cada dia uma escolha, que favoreça a vida, o trabalho, a ética e a dignidade. Feliz escolhas novas a todos. Feliz ano novo.
    

sábado, 30 de dezembro de 2017

Você Aprende Mais Com os Erros Do Que Os Acertos!

        Existe um ditado popular com relação ao erro que parece mais uma justificativa: " errar é humano! Mas acrescento,  persistir no erro é burrice. Por que as pessoas têm tanto mêdo do erro? Por que a imensa maioria procura esconder seus erros? No ocidente  a educação trabalha com a ideia de competição, de superar os adversários, assim desde criança o ente humano aprende que deve esconder seus fracassos e,  ressaltar suas "virtudes". Desta forma é comum ouvirmos pessoas falarem: " quero esquecer este erro; não me fale neste assunto; e, assim passam a vida cometendo, as vezes, o mesmo erro.
        Abrão Lincoln presidente dos Estados Unidos, um dia, afirmou: " jamais repita o mesmo erro". Portanto, sei que o erro deve ser encarado. Deve ser analisado, para que, a pessoa, não venha cometer o mesmo erro. Na Vitória, no sucesso, o orgulho muita vezes prevalece.  Tudo se transforma em comemoração... Já na derrota, diante o fracasso, o derrotado que avalia seus erros, observa o que deve ser  mudado, com certeza, superará está derrota.  Posto que não fugiu do erro. Não transferiu responsabilidade para terceiros. Não justificou! Eis o caminho da Vitória aprender com os Erros. Só uma diminuta minoria aprende com os reveses...  Não tenho dúvida que não examina suas derrotas nunca será um vencedor. Acreditem,existem tais desafortunados! Por exemplo: " Napoleão Bonaparte foi aniquilado pelo inverno russo, pela tática do recuo da tropa russa, que ia recuando e, destruindo tudo, assim Napoleão   aparentemente  vencia as batalha, mas como não examinava suas perdas viu seu exército  ser dizimado pelo inverno russo" .   Portanto, quem  tem a humildade de olhar para suas derrotas, quem busca aprender com suas falhas torna- se- á, com certeza, um vitorioso. Eis o caminho do sucesso estudar cada fracasso, buscando aprender a dura lição que evitará que o mesmo erro seja repetido.

Ĺ

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Nostalgia!

Nostalgia da alma é eliminada  diante a   magia do amor; a dor, a agonia são amenizadas perante um céu estrelado!
O ego quer perdurar, a alma viver  a eternidade do instante, sem vir a ser.
Ao findar da  vida, o ego se decompõe
já a alma se compõe, se eterniza.

Memórias, pensamentos, angústias,    serão dissolvidos, finalizados...
O que fica? O que permanece? Só o resultado do amor, nada mais!
Tudo vai, nada fica, tudo muda...
A  vida é um  suceder, um acontecer, um   eterno vir a ser, sem nunca acontecer...

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A Dama!

Certa noite eu a vi, me deparei com ela, linda, sedutora. O que ficou em mim foi sua imagem acolhedora. Não sei seu nome, suas crenças, mas senti sua presença acolhedora, provocadora...

A vida é um fluir, um suceder, um constante transformar. Os dias ... Os meses...  As pessoas ... Os acontecimentos, enfim  tudo...
Nada permanece. Mas algo fica gravado, ferrado, (pensamento, memória) nada mais.

sou muitos, sou vasto, um morrer, um nascer. Sou a criança, o homem, o velho, mas nenhum existe em mim, Por quê? Não sei, existe um elo ligando os momentos ao agora, o elo é  a atenção, a presença, a  antítese, a síntese, o Eu.

A vida misteriosa, atraente, sedutora é a  dama, ela é única, e,  sem ela nada...
Portanto nesta jornada o importante  é a dama. Não é preciso conhecê-la, mas,
apenas amá-la. Pois esta dama é única,

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Morte de Segundo Grau!

        Não tenho dúvida, a morte é causa, e, motivação maior do medo do homem. O homem buscou transformar a morte em uma ponte para a eternidade; (vida pós morte) posteriormente procurou desconstruí - la, depois o homem passou a criar a cultura do momento presente, o agora. Assim, só penso e me preocupo com o imediato, devido a esta estrategia, a morte fica lá, na possibilidade, no imponderável...
        Mas, aqui e acolá, alguém morre, e segundo Bauman: "a morte de estranhos, de anônimos é apenas a morte de alguém, mas a morte de pessoas da intimidade do homem, representa a absoluta perda do mundo daquele  ente querido". Esta perda é perempitória! Irreversível.Bauman denominou este sentimento de perda total duo mundo do eu e você, de morte em segundo grau! Haja vista, a morte do mundo do outro também representar para nós um luto, uma certeza de que este mundo do eu e você, Jamais voltará! É um final, é definitivo.
        Bauman descreve este tipo de morte:" do mundo, eu-você” "produzido pelo falecimento de um companheiro-na-vida pode ser descrito, com um mínimo de simplificação, como uma experiência de morte de “segundo grau” (e permitam-me repetir: trata-se da única modalidade em que a experiência da morte é acessível aos vivos)."
      O ente humano não superou a ideia de sua morte.Não superou a ideia de mundo sem ele... Isto é um fato. Mas Bauman fala em morte de terceiro grau, para o autor morte em terceiro grau ocorre quando uma  relação é rompida,  porque neste caso o mundo, eu e você, é suprimido totalmente de cada parceiro. Neste caso para cada parceiro o mundo de relação deixou existir. Mas, os parceiros estão vivos, portanto podem reatar a relação, o que não ocorre quando um dos parceiros morre. Neste caso o mundo do eu e você é definitivamente suprimido. No entanto, o homem apesar de negar, confrontar, adiar o pensar sobre a finitude de tudo neste mundo, em sua subjetividade, ele sabe que a vida é curta, e que a morte é a verdade e a grande aporia.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Calma!

      Calma é um atributo das pessoas espiritualisadas. Não foi atoa que no sermão do monte, Jesus Cristo afirmou: " os mansos herdarão a terra". Os mansos superam todas as adversidades. O manso é um proativo, ( age sempre com calma, porque assim decidiu). Jesus Cristo deu exemplo de mansidão : " os fariseus iam apedrejar Madalena, uma adúltera, ela se jogou aos pés de Jesus, a turba gritava, apedreja! Apedreja! Jesus, com muita calma ficou em silêncio, deixou a emoção da turba diminuir, então sereno, afirmou: "Quem tiver livre de pecado que atire a primeira pedra". A turba silenciou, e, um a um foi se retirando". Quem salvou Madalena foi a mansidão de Jesus. Um pavio curto vive entrando em confusâo, porque não sabe controlar suas emoções. Se perde em sua reatividade.
     Só os fortes são mansos. Porque vivem fora do medo. Já os fracos não conseguem superar os conflitos, logo perdem a calma, e, causam danos a si, e aos outros. Portanto, a qualidade da mansidão é tudo de bom. Mas é importante não confundir mansidão com submissão, com corvadia, com passividade. O manso tem autoridade interior, tem poder. Por isso existe até uma oração da serenidade : "Condedei - me senhor a serenidade necessária para aceitar o que não posso mudar. Coragem para mudar o que posso e sabedoria para descobrir a diferença".
     Ademais, a serenidade não é algo que se consegue com facilidade. Nâo é fruto do acúmulo de conhecimento, tampouco,  ela não surge como resultado de meditações, ou outras práticas espirituais. Eckhart Tolle em seu livro, o poder do silêncio, página 18 salientou: "A sabedoria vem da capacidade de manter a calma e o silêncio interior. Veja e ouça apenas.Não é preciso nada além disso.Manter a calma, olhando e ouvindo, ativa a inteligência que existe dentro de você. Deixe que a calma oriente suas palavras e ações".Portanto, não necessita cansativas práticas ou rituais, exercícios, apenas deixar que a calma preencha todo seu ser... Porque caso contrário, o homem diante as provocações perde o controle, e, acaba fazendo o que nâo quer. Causando danos a si, e, aos outros.

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