O eu segundo krishnarmurti, "é um feixe de memórias". Kant definiu: "como a coisa em si". Freud definiu como, "ego". Mas, na verdade o eu é um não ser que deseja eternizar -se, mas por que não ser? Simples, o eu nunca está no instante, porque se ele estivesse presente no instante nada acumularia, e, sem acumular o eu não existe. Eis, o porquê do ente humano se agarrar ao passado ou fugir para o amanhã. Por que no agora só existe o real, não existe o vir a ser. Mas, o eu cria a ilusão no homem com a finalidade de perpetuar -se; mas nada consegue, posto que ele só existe como ideia, e como a ideia nada é, poderemos dizer que o eu de fato não existe, por isso o sábio chinês Lao Tsé afirmou: "o verdadeiro caminho é wu Wei (não fazer), portanto o não fazer é o caminho para matar o eu por inanição, e por consequência matar a ilusão.
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
A Ilusão do Eu!
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